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quinta-feira, 8 de março de 2012

concurso policia federal

A Polícia Federal confirmou nesta terça-feira (6) o Cespe/UnB como banca organizadora do próximo concurso promovido pela corporação. A informação foi publicada na página oficial da PF e no Diário Oficial da União. O contrato foi firmado por meio de dispensa de licitação. O valor acordado é de R$ 9,5 milhões.

Com isso, aumentam as chances de o concurso ser lançado ainda no mês de março. Um decreto, publicado na última semana pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, autorizou o órgão a reduzir de 60 para 45 o número máximo de dias entre o lançamento dos editais e a aplicação das provas objetivas. A seleção também já foi autorizada pelo Ministério do Planejamento. Serão 500 vagas para o cargo de agente e 100 para o de papiloscopista.

Ambos os postos têm remuneração inicial de R$ 7.818, já incluído o auxílio alimentação de R$ 304. Para participar basta comprovar nível superior completo em qualquer área de formação e carteira de habilitação na categoria B ou superior. De acordo com a Polícia Federal, os cursos de formação terão início entre julho e agosto de 2012. Já as nomeações serão publicadas entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013.

Mais um concurso previsto

A Polícia Federal ainda confirmou o lançamento de mais um edital para o mês de abril. Desta vez, para os cargos de delegado (150), perito (100) e escrivão (350). O início destes cursos de formação está previsto para janeiro de 2013. Os aprovados só serão nomeados entre junho e julho de 2013.

Para o cargo de escrivão, os requisitos exigidos e a remuneração são idênticos aos de agente e papiloscopista. Já para delegado é necessário possuir nível superior em Direito, enquanto que para perito, será exigida formação superior em áreas específicas, que ainda serão divulgadas. A carteira de habilitação também é exigida para os dois cargos, cuja remuneração inicial (delegados e peritos) é de R$ 13.672.

Do CorreioWeb

sábado, 3 de março de 2012

o proupe é uma realidade graças aos futuros engenheiros agronômos


Para quem não sabe, o projeto do proupe,nome dado após a concretização política teve sua base aqui na cidade de Araripina através do movimento estudantil organizado pelos alunos de engenharia agronômica que na época lutavam para a estadualização da FACIAGRA,nem mesmo a direção da faculdade acreditava tão pouco participaram. Mesmo com poucos adeptos o projeto vigorou e beneficiou todos os alunos do estado de Pernambuco.isso prova que nao é preciso que a massa aceite a causa sem antes lutar,lutamos e hoje colhermos os frutos.

QUEBRA DE DORMÊNCIA EM SEMENTES DE LEUCENA E DA CANAFISTULA SENNA SPECTABILIS

GILVANILDO GALVAO1, MARCOS VINICIUS2, CLEISON MACEDO3, LUIZ MARCOS4

RESUMO. Com a finalidade de se determinar um método simples e eficiente para acelerar e uniformizar a germinação, sementes de leucena (Leucaena leucocephala .foram submetidas a tratamentos com água fria embelecidas a 2 horas(T) e a 4 horas(T) e pelo método de escarificação sobre a superfície dura
Os tratamentos com o método de escarificação foram os que apresentaram maiores porcentagens de germinaçao. Por outro lado, os tratamentos com água fria por 4 h e com por 2 h não apresentaram diferença significativa entre si. As sementes do tratamento testemunha germinaram algumas com pouco desenvolvimento correlação as demais .
Foram testados tratamentos pré-germinativos com a finalidade de superar a dormência em sementes Senna spectabilis porcentagem e a velocidade de emergência das plântulas. Os tratamentos testados foram os mesmos utilizados na Leucena



BREAK OF DORMANCY IN SEEDS OF LEUCENA
ABSTRACT. In order to determine an efficient and simple method for rapid and uniform germination, seeds (Leucaena leucocephala). were submitted to treatments embellished with cold water to 2 hours (T) and 4 hours (T) and the method of scarification on hard surface
Treatments with the method of scarification showed the highest percentage of germination. On the other hand, treatments with cold water for 4 h and 2 h showed no significant difference between them. The seeds of control treatment germinated some correlation with the remaining undeveloped.
We tested pre-germination treatments in order to overcome dormancy Senna spectabilis percentage and speed germination. The treatments were the same used in Leucena













INTRODUÇÃO




Características: Arbusto ou árvore pequena, entre 5 e 10 m de altura. Folhas alternas bipinadas, com 25 cm de comprimento; entre 4 a 9 pares de pinas, com 8 a 10 cm. Entre 11 a 17 pares de folíolos, de 9 a 12 mm, opostos, lanceolados, acuminados; de coloração verde-acinzentada.
Inflorescência globosa, com pedúnculo de 5 a 6 cm de comprimento. As flores possuem corola e estames brancos; cálice com 2,5 mm, pétalas lineares; estames em número de 10 com aproximadamente 1 cm de comprimento, anteras pilosas. Ovário fracamente pubescente no ápice. Vagens agrupadas, lineares, achatada, com 10 a 15 cm de comprimento e 2 cm de largura, marrom-escura, com um bico no ápice; cada vagem contém aproximadamente 20 sementes de coloração marrom brilhante, oblonga-oval, achatada, com 6 mm de comprimento.
Faz auto-fecundação, de forma que até mesmo indivíduos isolados produzem sementes. Há um percentual pequeno de fecundação cruzada e são polinizadas por um número grande de insetos generalistas, incluindo abelhas de pequeno e grande porte. Floresce e semeia continuamente ao longo do ano, desde que haja umidade. Combinada à característica de auto-fecundação, o processo resulta na produção abundante de vagens e sementes. Regenera-se rapidamente após queimadas ou corte.
As árvores têm vida curta, entre 20 e 40 anos, porém o banco de sementes tem longa viabilidade no solo, entre 10 e 20 anos. Cada planta pode produzir até 2000 sementes por ano.
Importância econômica desta espécie foi primeiramente reconhecida pelo seu valor como árvore de sombreamento e adubo verde em plantio de café, chá e seringueira no sudeste da Asia (Souza et al., 1980). Foi largamente utilizada em reflorestamento para controle de erosão, sendo, atualmente, usada nos trópicos para forragens, mourões de
cerca, postes, celulose, compensado, etc... (Dakes, 1968). Jovem ou madura, verde, seca ou ensilada, a folhagem é apreciada tanto pelo gado quanto por animais selvagens, sendo que somente galhos com diâmetros inferiores a
5mm é que são pastados (Cooksley, 1974).A folha da leucena é uma excelente fonte de betacaroteno, característica particularmente valiosa durante as estações secas, quando é capaz de conservar as folhas verdes (Jones, 1979). Uma das suas limitações como forrageira é a presença, em sua composiçao química, da mimosina, um aminoácido tóxico para a maioria dos animais,
com concentrações variáveis de 2,0 a 5,0% (Castilio, 1980).A habilidade da leucena em desenvolver-se em encostas íngremes, solos marginais e regiões com grandes períodos de seca, torna-a promissora para a restauração dessas
áreas (Lima, 1982).Segundo Dijkman (1950), a produção de Tectona grandis dobrou após o plantio em reflorestamento, utilizando a leucena para sombreamento inicial, em trabalhos de consórcio na Indonésia.
Estima-se que 2/3 das espécies florestais apresentam sementes com problemas de dormência (Ledo, 1979). No entanto, existem vários tratamentos que podem superar essa dormência, como: escarificação, tratamentos com ácidos e bases fortes, imersão em água quente ou fria, água oxigenada, álcool, desponte (corte do tegumento), impactos sobre superfície sólida, e outros. A aplicação e eficiência desses tratamentos depende do tipo e grau de dormência, que varia de espécie para espécie.Bogdan (1977) afirma que somente 12,0% de germinação são esperados em sementes de leucena sem tratamento.Bakke & Gonçalves (1984) concluíram que a imersão em ácido sulfúrico por 30 minutos e, em água fervente por 6 segundos, são tratamentos eficientes para superar a dormência de sementes de algaroba.
Por outro lado, Maeda & Lago (1986), estudando meios para superar a dormência em sementes de mucuna-preta, constataram que a imersão em ácido sulfúrico por 30 minutos causou danos a uma certa porção de sementes, e que a imersão em água fervente por 1 minuto causou a morte de praticamente todas as sementes. Para a bracatinga, Bianchetti (1981) recomenda, para superar a dormência, a imersão em água quente de 70 a 96 graus centígrados, deixando-se em repouso nesta água sem aquecimento, por 18 horas. A imersão em ácido sulfúrico concentrado por períodos de 1 a 4 minutos, também, terão bons resultados.Segundo Toledo & Marcos Filho (1977) a redução nas atividades fisiológicas
integradas no processo de dormência de sementes está comumente relacionada com o desenvolvimento dos tecidos protetores externos e com a drástica redução na hidratação do citoplasma. Com isso, as sementes dormentes são muito mais resistentes às condições desfavoráveis e, portanto, mais eficientes para a perpetuação da espécie.O trabalho tem como objetivo definir uma metodologia simples e eficiente paraacelerar e uniformizar a germinação de sementes de leucena.



MATERIAL E MÉTODOS
O trabalho foi conduzido no laboratório de ciências do curso de engenharia agronômica,da faculdade de ciências agrárias de Araripina-PE (FACIAGRA), foram coletadas 200 sementes de duas espécies nas proximidades do campus da FACIAGRA em 09 de abril de 2011. e submetidas a tratamentos de embebiçao em água fria por 2 h e 4h e por meio da escarificação mecânica. As sementes foram pesadas e medidas o volume para posteriormente serem escarificadas com lixa de madeira e imersas em água fria por um período de 2 horas e 4 horas,foram utilizadas duas espécies de leguminosas popularmente conhecidas Leucena com respectivos nome científico Leucaena_leucocephala e a canasfistula ou Cássia-do-nordeste,Canafístula-de-besouro,São-joão,Pau-de-ovelha e cientificamente como Senna spectabilis. a semeadura aconteceu em dias diferentes de acordo com a germinação provenientes de cada método empregado com inicio no dia 21/04/2011e termino 20/05/2011. as sementes germinadas foram colocadas em sacos plásticos contento o substrato composta com areia,argila e esterco e matéria orgânica no qual introduzimos as sementes quase em forma de plântula motivo pelo qual perdemos algumas exemplares germinados. .posteriormente medimos diariamente o crescimento vegetativo para em seguida transplantá-las definitivamente no campo.






Os tratamentos foram:


T1sementes embebecidas por 2 horas
T2 sementes embebecidas por 4 horas
T3 sementes escarificadas mecanicamente
T4 sementes sem tratamento (testemunha)

Taxa de absorção inicial das sementes da Leucena e canafistula
Verificou que as sementes da leucena germinaram em relação a cada amostra individual:

T1 32%
T2 12%
T3 60%
T4 12%


RESULTADOS E DISCUSSÃO
Obviamente esta nítido que o resultado dos métodos praticado com as espécies de leguminosas foi mais eficiente com a Leucaena Leucocephala e o mais competente deles foi o método de escarificação mecânica que obteve 60% de germinação e desenvolvimento da plântula com um grau mais acelerado já que as todas as plântulas tiveram o mesmo tratamento pós laboratório. A canafistula Senna spectabilis não apresentou o resultado almejado, com pouco eficácia em todos os métodos perpetrados,contudo é importante salientar que colhemos a semente ainda na vagem ainda sem ocorrer a ruptura natural das mesmas da árvore que pode ter influenciado na taxa germinativa das sementes e que algumas poucas que brotaram foi perdida no momento do plantio erroneamente praticado por membros da equipe .


CONCLUSÕES
Definimos o método de escarificação o mais competente dentro os quais cometidos pelo grupo para a espécie da leucena e quanto a outra espécie não foi possível determinar com precisão o método mais eficaz devido as circunstâncias adversas acometidas

REFERÊNCIAS


GONÇALVES, W. Quebra de dormência em algaroba. In: SIMPÓSIO
INTERNACIONAL: MÉTODOS DE PRODUÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE DE
SEMENTES E MUDAS FLORESTAIS. Curitiba, UFP/IUFRO, 1984. p. 65-9.
BIANCHETTI, A. Produção e tecnologia de sementes de essências florestais. In: SEMINARIO
DE SEMENTES E VIVEIROS FLORESTAIS. 1., Curitiba, PR, 1981. Curitiba,
1981. v.1. 13p.
BOGDAN, A.V. Tropical pasture and fodder plants; grasses and legures. London:
Longman, 1977. 475p.
BREWBAKER, J.L. The Woody Leucaena: promissing source of feed, fertilizer and fuel in
the tropics. In: Livestock production in the tropics. Acapulco: México, 1976. 16p.
CASTILIO, L.S. Leucaena; a leguminosa do futuro. A Granja, 36(395):28-36, 1980.
COOKSLEY, D.G. Growing and grazing Leucaena. Queensl. Agric. J., 100(7):258-61,
1974.
DUKMAN, M.J. Leucaena; a promissing soil erosion control plant. Econ. Bot., 4(4):
33749, 1950.
JONES, R.J. The value of Leucaena leucocephala as feed for ruminants in the tropics.
World Ann. Rev., 31:13-23, 1979.
LEDO, A.A. Produção de sementes, mudas e tratos culturais em essências para reflorestamento
e arborização. Recife, PE: UFRPE, 1979. 113p.
LIMA, P.C.F. Comportamento de Leucaena leucocephala (Lam) DE WIT comparado
com Prosopis juliflora (SW) DC e Eucalyptus alba Reinw Ex Blume em Petrolina
(PE), região semi-árida do Brasil. Curitiba, 1982. 96p (Dissertação Mestrado).
MAEDA, J.A & LAGO, A.A. Germinação de sementes de mucuna-preta após tratamento
para superação da impermeabilidade do tegumento. R. Bras. Sem., 8(1): 79-86, 1986.
OAKES, A.J. Leucaena leucocephala: description, culture, utilization. Adv. Front. Plant.
Sci., 20:1-114, 1968.
SOUZA, S.M. de; DRUMOND, M.A.; SILVA, H.D. da. Estudos de métodos para superar a
dormência de sementes de Piptadenia obliqua (PERS) MACBR, Pithecelobium
parvifolium (WILLD) BENTH e Cassia excelsa CHARD. In: EMBRAPA-CNPF, Curitiba,
PR. Pesquisa florestal no Nordeste Semi-árido: sementes e mudas. Curitiba:
EMBRAPA-CNPF. 1980 (Boletim de Pesquisa, 2).
TOLEDO, F.F. de & MARCOS FILHO, J.M. Manual das sementes - tecnologia da
produção. São Paulo: Ceres. 1977. 224p.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

caixa vai disponibilizar vagas para engenheiro agronomo

saiu o edital da caixa economica federal no qual tem vagas destinadas a engenheiro,civil e agronomo.
salario de mais de 7.000,00,o cuncurso será realizado pela fundaçao CESGRARIO.
Um dificuldade para os engenheiro da nossa regiao é a cidade da prova,que será brasilia visando engnheiro do centro oeste.impossibilitando a ida de anguns estudantes formandos que por ventura nao queiram gastam muito em concursos...

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Governo do estado de Pernambuco vai começar a aração de terras

O secretário de Agricultura e Reforma Agrária, Ranilson Ramos, autorizou, no último dia 23, o início das ações do Programa Terra Pronta nos sertões do Araripe, Pajeú, Central e São Francisco. De acordo com a assessoria de imprensa da secretaria, os trabalhos estão sob a coordenação do Instituto Agronômico de Pernambuco e são direcionados aos agricultores familiares.

De acordo com avaliação dos técnicos do IPA, a ação começa pelos municípios onde o volume de chuvas já permite condições ideais de umidade para o plantio. Segundo o diretor de Extensão Rural , Genil Gomes, nas demais áreas o preparo do solo deverá seguir o regime das chuvas, permitindo maior desenvolvimento das lavouras na região. A distribuição de sementes foi iniciada, em Araripina, no final de janeiro, estendendo-se para os demais municípios do Sertão.

Foto: Ascom Sara


fonte.blog da Elba Galindo

sábado, 11 de dezembro de 2010

trabalho da professora leia

Hemofilia é o nome de diversas doenças genéticas hereditárias que incapacitam o corpo de controlar sangramentos, uma incapacidade conhecida tecnicamente como diátese hemorrágica. Deficiências genéticas e um distúrbio autoimune raro podem causar a diminuição da atividade dos fatores de coagulação do plasma sanguíneo, de modo que comprometem a coagulação sanguínea; logo, quando um vaso sanguíneo é danificado, um coágulo não se forma e o vaso continua a sangrar por um período excessivo de tempo. O sangramento pode ser externo, se a pele é danificada por um corte ou abrasão, ou pode ser interno, em músculos, articulações ou órgãos. É a falta dos fatores de coagulação - a hemofilia A tem falta do fator de coagulação VIII, a hemofilia B tem falta do fator de coagulação IX e a hemofilia C tem falta do fator de coagulação XI. A hemofilia A é a mais comum, ocorrendo em 90% dos casos.
O daltonismo (também chamado de discromatopsia ou discromopsia) é uma perturbação da percepção visual caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, manifestando-se muitas vezes pela dificuldade em distinguir o verde do vermelho. Esta perturbação tem normalmente origem genética, mas pode também resultar de lesão nos órgãos responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica.
O distúrbio, que era desconhecido até o século XVIII, recebeu esse nome em homenagem ao químico John Dalton, que foi o primeiro cientista a estudar a anomalia de que ele mesmo era portador. Uma vez que esse problema está geneticamente ligado ao cromossomo X, ocorre mais frequentemente entre os homens (no caso das mulheres, será necessário que os dois cromossomas X contenham o gene anômalo).
Os portadores do gene anômalo apresentam dificuldade na percepção de determinadas cores primárias, como o verde e o vermelho, o que se repercute na percepção das restantes cores do espectro. Esta perturbação é causada por ausência ou menor número de alguns tipos de cones ou por uma perda de função parcial ou total destes, normalmente associada à diminuição de pigmento nos fotoreceptores que deixam de ser capazes de processar diferencialmente a informação luminosa de cor.
A polidactilia ou polidatilia (do grego πολύς, "muitos" e δάκτυλος "dedo") é uma anomalia causada pela manifestação de um alelo autossômico dominante com penetrância incompleta, consistindo na alteração quantitativa anormal dos dedos da mão (quirodáctilos) ou dos dedos do pé (pododáctilos).
Há uma variação muito grande na expressão dessa característica, desde a presença de um dedo extra, completamente desenvolvido, até a de uma simples profusão carnosa.
Em 2010 foi divulgado um caso de um garoto chinês possuia 16 dedos nos pés e 15 nas mãos.[1]
Anemia falciforme (ou depranocitose) é o nome dado a uma doença hereditária que causa a má-formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de oxigênio nos indivíduos acometidos pela doença. É comum na África, na Europa mediterrânea, no Oriente Médio e regiões da Índia.
A expectativa de vida é encurtada, com estudos reportando uma expectativa de vida média de 42 e 48 anos, em indivíduos masculinos e femininos, respectivamente.[1]


Vitiligo é uma doença não-contagiosa em que ocorre a perda da pigmentação natural da pele. Sua etiologia ainda não é bem compreendida, embora o fator autoimune pareça ser importante. Contudo, estresse físico, emocional, e ansiedade são fatores comuns no desencadeamento ou agravamento da doença. Patologicamente, o vitiligo caracteriza-se pela redução no número ou função dos melanócitos, células localizadas na epiderme responsáveis pela produção do pigmento cutâneo — a melanina. A doença pode surgir em qualquer idade, sendo mais comum em duas faixas etárias: 10 a 15 anos e 20 a 40 anos.
Essa despigmentação ocorre geralmente em forma de manchas brancas (hipocromia) de diversos tamanhos e com destruição focal ou difusa. Pode ocorrer em qualquer segmento da pele, inclusive na retina (olhos). Os locais mais comuns são a face, mãos e genitais. Os pêlos localizados nas manchas de vitiligo se tornam esbranquiçados. O local atingido fica bastante sensível ao sol, podendo ocorrer sérias queimaduras caso exposto ao sol sem protetor, conferindo um risco para o desenvolvimento de câncer de pele.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O FUTURO DA AMAZONIA

Futuro da Amazônia pode ser sem destruição
A mentalidade dos fazendeiros da região, aos poucos, começa a mudar. Agora, surge uma nova visão, a da exploração econômica racional.
imprimir Na série especial sobre a Amazônia que o Jornal Nacional apresenta nessa semana, nós dissemos, na última quinta-feira, que a expansão da soja derrubou 40% da floresta em Mato Grosso. Mas esse estrago todo foi culpa também do avanço dos pastos para a pecuária e da construção de cidades. Nesta sexta, na última reportagem da série, produtores rurais, autoridades e cientistas dizem o que pode ser feito para aumentar a produção e combater a destruição da mata.

Os tempos são outros. A mentalidade dos fazendeiros da Amazônia, aos poucos, começa a mudar. Everton, produtor de soja em Mato Grosso, quis mostrar não a lavoura no ponto de colheita, e sim um projeto do qual se orgulha muito: a recuperação da mata original em uma área de nascente de água.

“Há cinco anos atrás, não existia essa água que tem aqui hoje. Devido a reflorestamento em roda na nascente, ela está começando a aparecer e futuramente vai ter mais ainda. Vai ser água com correnteza forte aqui, se Deus quiser”, disse.

Ele plantou mogno, cedro, jatobá, aroeira, pau brasil. Fez isso não só para se enquadrar na lei ambiental, mas também por razões econômicas: ao recuperar as reservas de água, a soja vai render mais.

Fazendeiros que respeitam o meio ambiente se ressentem da imagem negativa que ficou da época da ocupação altamente predatória: “Quando nós fomos chamados pra vir, nós fomos chamados com o lema que era ‘integrar pra não entregar’, isso era o que o Governo Federal chamava as pessoas pra poder vir. Quem veio naquela época, na década de 60, 70, era um herói. E hoje nós somos considerados os bandidos”, declarou o fazendeiro Mauro Lúcio Costa.

A nossa compreensão sobre a Amazônia passou por fases distintas. Até as décadas de 70 e 80, a floresta era vista como terreno a ser ocupado e explorado intensivamente. Depois, quando se despertou para a importância da biodiversidade da floresta, passou-se para o extremo oposto, toda a área deveria permanecer intocada. Agora, surge uma nova visão, a da exploração econômica racional da Amazônia. Será que é possível gerar riqueza, sem destruir a floresta?

A resposta do ex-governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, é sim. Ele explica que é possível recuperar pastos degradados para dobrar a produção de soja do estado.

“Nós temos que reduzir a quantidade de gado nos pastos, trazendo para confinamentos ou semiconfinamentos e liberar esses espaços pra agricultura, que hoje são da pecuária. E ao mesmo tempo não deixar que a pecuária avance sobre novas áreas da floresta”, disse.

A pecuária será vigiada pelo mercado. É a previsão do ex-ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, com base em um acordo com supermercados para banir a carne de desmatamento.

“Segundo semestre desse ano, carne originada de desmatamento tanto da Amazônia, quanto do cerrado, do Pantanal, vai está fora das prateleiras dos supermercados. Eu acho isso mais eficaz do que muitos fiscais e muitos policiais”, afirmou.

E a madeira vai se tornar mais rara e mais cara, de acordo com o instituto Imazon, que usa imagens de satélite para caçar madeireiros ilegais: “Tem um grande Big Brother que permite que o setor madeireiro seja vigiado de todos os lados. O madeireiro vai ficar muito difícil ele se esconder do satélite. O satélite vai localizar onde tem exploração ilegal. Essa informação vai para o governo, vai para os órgãos de fiscalização, vai para a imprensa e vai ter uma pressão muito grande para coibir qualquer exploração ilegal que tenha na Amazônia”, alertou o coordenador de pesquisas do Imazon, Adalberto Veríssimo.

“O que nós temos agora que provar para o mundo é que nós somos bons gestores da Floresta Amazônica. Isso não significa manter a floresta intocada e o povo pobre. Também não significa desenvolvimento a qualquer custo, desmatar a floresta. É o equilíbrio que poucos países no mundo conseguiram. A maioria que tinha floresta não conseguiu. Nós estamos em busca de algo inédito. O Brasil tem as condições pra isso. Agora, precisamos avançar”, declarou Justiniano de Queiroz Netto, das Indústrias Exportadoras de Madeira do PA.








G1